10 de setembro de 2006


Team Mini no AutoClássico

O Austin Cooper S de José Mota Freitas vai estar exposto na Exponor entre os dias 29 de Setembro e 1 de Outubro no salão Autoclássico. O carro vai estar no stand da Telnor, empresa de telecomunicações (representante da Vodafone), e um dos patrocinadores da equipa. Em breve daremos mais notícias sobre as actividades promocionais a levar a cabo durante os dias do salão.

5 de setembro de 2006





Team Mini no Rally Clássico Transportugal

Em Setembro de 2002 José Mota Freitas, fazendo equipa com Francisco Costa, e com a assitência técnica de António Santos que levou uma carrinha Mini IMA cedida pelo Clube Mini de Portugal, participou no Rally Clássico Transportugal, prova organizada pelo Clube Aventura/Megre Motorsport. Apesar de ter encarado a sua participação com grande descontração, nem sequer tendo o seu Morris Cooper 1000 equipado com um medidor Terratrip, a equipa obtreve um interessante 13º lugar numa prova em que participaram todos os grandes nomes portugueses das provas de Regularidade. O ponto alto da prova foi sem dúvida o final da 1ª secção, em que a equipa do Team Mini ocupava o 4º lugar da geral ... mas de facto a nossa preferência foi, a partir daqui, para as provas de Velocidade... mas quem sabe, um dia...




Os Minis de XANATO

Xanato utilizou na sua carreira 3 Minis: o Morris 850 (MO-94-79) em 1968; o Austin Cooper 998 (RR-41-59) em 1968; e o Austin Cooper S (DF-87-11) com que apareceu a partir de 1969 em provas de Rally, Velocidade e Perícia. Com este Cooper S, Xanato foi o 2º classificado no Rally a Matosinhos de 1969 (atrás do Porsche 911 S de Mabílio de Albuquerque) e foi o melhor entre os 1300 nas provas de Grupo 1/69 em Vila Real (4º da geral) e Vila do Conde. Hoje apresentamos algumas fotos dos Minis de Xanato.

27 de julho de 2006





Mini do Team Mini em boa companhia

Na garagem de Joaquim Cepeda, o Mini de JM Freitas tem agora um companheiro famoso: o DF-27-11, um Austin Cooper S Mk2 que pertence ao antigo piloto Renato Miranda Xavier, mais conhecido como "Xanato". Em 1973 o seu proprietário utilizou-o também em algumas provas, mas o seu melhor desempenho iria acontecer na prova de Vila do Conde a contar para o Campeonato Regional de Promoção- Zona Norte. Nesse dia Mota, que tinha o seu Mini avariado, aproveitou um gesto de grande desportivismo de Xanato que lhe cedeu o carro para que pudesse amealhar os pontos necessários para se manter no comando do Regional de Promoção. Iria assim vencer a corrida de Grupo 1 e conquistar o campeonato.
Xanato foi um gentleman-driver nos anos 60 e 70, mas sempre considerado um piloto rápido, quer ao volante do seu Lotus Elan, quer especialmente doDatsun 1200 que levou a excelentes classificações em provas de Rallye. O DF-27-11, ainda hoje sua propriedade, sofreu um profundo restauro na oficina de Joaquim Cepeda, estando agora recuperado e no seu estado original.

12 de julho de 2006





Fotos - Track Day de Braga, dia 9 de Julho

Algumas fotos do Track Day, da autoria de Pedro Ferreira.

Team Mini testa em Braga

Aproveitando o Track Day da Secção de Clássicos e GT do CAM, o Team Mini Aquaquímica esteve no dia 9 de Julho em Braga a testar o Austin Cooper S de José Mota Freitas.
Desta vez a equipa contou com a ajuda do Team PR miniracing - Serviços de Engenharia, na tentativa de resolução dos problemas sentidos em Maio no Circuito Braga 1.
A próxima prova do Team Mini será a Rampa do Caramulo, a disputar em Setembro.

21 de junho de 2006


Fernando Baptista

Foi sem dúvida um dos melhores pilotos minis de sempre, embora nunca tenha conseguido um título nacional.
Correu em mini desde 1960 até 1973, época em que tripulou um dos 1275 GT da equipa da British Leyland de Portugal.
No final dos anos 60 e princípios de 70 conseguiu vários resultados de topo, mas na altura os Minis já não eram competitivos face aos Ford Escort Twin Cam...

Paulo Ramalho

Iniciou-se em competições em 2000, no Autódromo do Estoril.
Em 2001 venceu o Trofeu Nacional de Montanha Clássicos (grupo 5).
No ano seguinte foi vice-campeão na mesma competição.
O seu mini é preparado pela sua empresa a PR miniracing.

Bernardo Sá Nogueira

Esteve ligado sempre aos minis da Marca "Morris" vendidos pela empresa A.M. Almeida.
Foi o vencedor do Circuito de Vila Real em 1968 (grupo 2).
Em 1973, seria o Campeão Nacional de Turismo de Série (grupo 1) ao volante de um Alfa Romeo 2000 GTV.

Domingos Sá Nogueira

Participou em várias provas em Inglaterra quando aí estudava engenharia do automóvel.
Nas primeiras provas em Portugal (1968) correu com o pseudónimo de "Alter".
Em 1970 foi 2º classificado no Circuito de Vila do Conde (grupo 2).
Em 1973, ao volante de um Alfa Romeo GTA 1300, foi campeão nacional de grupo 2.

Paulo Oliveira

Iniciou-se em competições em 2000, no Autódromo do Estoril.
Em 2001 venceu o Campeonato Galego de Históricos 71 (Rampas)
Em 2002 venceu o Trofeu Nacional de Clássicos (Montanha, grupo 5) , com um Mini 1380 preparado por Joaquim Cepeda.

20 de junho de 2006


António Ruão

Em 1973 venceu o Campeonato Regional de Promoção - Norte.
Em 1976 venceu o Critério Nacional de Perícias que contou com centenas de participantes.
Em 1977 venceu a 1ª edição do Trofeu Mini 1000 organizado pela BLP.
Em 1978, sofreu um grave acidente em Vila do Conde que lhe terminou com a carreira.

Luís Netto

Com este mini AL-38-28 venceu em 1969 o Rallye da Montanha.
Nesse ano foi o Campeão Nacional de Rallyes em Turismo Especial.
Este carro é actualmente propriedade do piloto Joaquim Fidalgo.


Alberto Freitas

Iniciou-se em competições em 1979, na Rampa da Falperra
Em 1981 foi Campeão Nacional de Velocidade do agrupamento B1
Em 2003 venceu o Trofeu Nacional de Montanha (Clássicos - grupo 5)


Fernando Carneiro

Conduz minis desde 1969, quando se iniciou, em Angola.
Em 1976 foi Campeão Regional Norte de Promoção.
Em 2005 venceu a Taça Nacional de Clássicos (1300).


Mário Gonçalves

Campeão Nacional de Grupo 2 (Turismo Especial) em 1972
Competiu em Inglaterra até 1971, tendo obtido uma vitória em Snetterton.
Pilotou em algumas provas de 1972 o famoso "mini protótipo" de Grupo 5.

15 de junho de 2006



Actividades previstas
Team Mini Aquaquímica

9 de Julho - Track day em Braga
- teste às últimas especificações

9/10 de Setembro - Rampa do Caramulo

30 de Setembro - Circuito Braga 3
(Jornada dupla)

1-5 Outubro - MotorShow Autoclássico

(poderá ser incluído mais um circuito ou uma rampa a designar)





Novas fotos do Circuito Braga 1

Autor: Paulo Braga





Novas fotos do Circuito Braga 1

Autor: Rui Queirós

29 de maio de 2006





Team Mini Aquaquímica em Braga 1

Infelizmente o Circuito Braga 1 saldou-se numa desilusão para o Team Mini pois o Austin Cooper S apresentou durante todo o dia problemas de sobreaquecimento e foi impossível a José Mota Freitas rodar no ritmo desejado.
Nos treinos livres ainda conseguiu um bom 19º lugar (entre 33 concorrentes) e nos cronometrados obteve a 24ª posição, mas após cada volta mais rápida o carro atingia logo temperaturas altíssimas que impossibilitavam a manutenção de um ritmo forte.
Foi montado para esta prova uma nova cabeça, proveniente da Swiftune Racing, mas não foi possível testar previamente o carro e apesar de todos os esforços da equipa de assistência não foi possível resolver o problema no próprio dia.
Note-se que na grelha de partida para a 1ª corrida o carro tinha já 90 graus!
Mas, logo a seguir à jornada de Braga, o Sr. Joaquim Cepeda e o Eng.º Paulo Oliveira meteram mãos à tarefa de resolver o assunto para que tudo entre na normalidade.
De salientar também que os 38 graus que estavam em Braga em nada ajudavam e viram-se até muitos automóveis parados com juntas de culassa queimadas.
No entanto e nem tudo são más notícias, o carro mostrou que evoluiu bastante em termos de performance, o que deixa antever bons resultados para um futuro próximo.
Um agradecimento a todos os Amigos que nos acompanharam dando apoio de várias maneiras na prova de Braga como o Sr. Cepeda, o Paulo Oliveira, o Joca Craveiro, o Rui Queirós, o Rui da Ruicar e o Sr. Jorge Ramalho do reboque, bem como todos os outros amigos que se deslocaram a Braga num dia em que decerto mais lhes apeteceria ir à praia, e que dentro e fora da pista não se cansaram de nos transmitir todo o seu apoio.

(nota: as fotos são de Pedro Ferreira)

26 de maio de 2006



Nova Race Head para o Austin Cooper S

O Team Mini adquiriu uma nova cabeça de motor na Swiftune racing, reputada empresa dirgida por Glyn Swift um ex. piloto galês de Minis e considerado um dos melhores fornecedores de material para minis desportivos. O seu filho, Nick Swift é actualmente um piloto no activo, tendo no seu curriculum a participação em várias provas internacionais, como há alguns anos atrás as 24 Horas de Nurburgring, onde fez equipa com o piloto português Fernando Soares. Na foto, datada de 1976, vemos os Minis 1275 GT de Alan Curnow e Glyn Swift.
A cabeça vai ser estreada já no dia 28 de Maio em Braga, no Circuito Braga 1.

22 de maio de 2006





TEAM MINI AQUAQUÍMICA NO CIRCUITO BRAGA 1

Piloto José Mota Freitas
Director Desportivo José Mota Freitas
Director Técnico Engº Paulo Oliveira
Preparador Joaquim Cepeda
Assistente Logística Joaquim Craveiro
Imagem Rui Queirós, Luís Lopes


CARRO Austin Cooper S - Grupo 2

Ano de fabrico: 1969
Motor: bloco MED com 1293 cc; pistões Omega 0.20 (dish 6.5cc); árvore de cames MED 300; martelos de válvulas ratio 1.5 da Mini Spares; cabeça Swiftune Racing ; kit embraiagem ultra leve com disco AP Racing; distribuidor Aldon; bomba de gasolina Facet
Carburador: Weber 45 DCOE com colector de admissão Maniflow
Escape: Colector Maniflow large bore, escape lateral Interescape
Caixa: Mini Sport Close Ratio, quick shift; autoblocante Tran-X; carretos laterais de dentes direitos 1.1.
Travões:Frente – discos de Cooper S, 7.5 “; Trás – tambores de Cooper S; servo-freio Cooper S MK2; circuito duplo de travagem
Jantes: Minilite 10” x6”, com pneus Dunlop slick (mistura dura frente e mistura macia trás)
Dunlop 10” x5”, com pneus Avon radiais (Chuva)
Suspensão: possibilidade de afinação em altura, câmber, caster, convergência e utilização de barra de torção atrás ajustável, amortecedores Koni Sport ajustáveis.
Potência: cerca de 115 cv às 8.000 rpm
Peso: cerca de 660 Kg
Instrumentação: Conta-rotações TIM, temperatura de água e óleo Smiths, pressão de óleo Smiths.
Segurança: Roll bar Sparco, extintor OMP, cintos Sabelt e banco Sparco Sprint
Exterior: Pintura vermelho (Tartan Red) com tecto preto, abas pretas


José Mota Freitas vai estar presente no Circuito Braga 1, a disputar no próximo dia 28 no Circuito Vasco Sameiro, dando assim início a sua temporada de 2006, época em que pretende fazer as 3 Jornadas duplas a disputar em Braga e eventualmente participar na maior festa dos Clássicos de 2006, a Rampa do Caramulo.
O Austin Cooper S (preparado por Joaquim Cepeda) vai apresentar algumas novidades, como os carretos laterais de dentes direitos, novas jantes de 6 polegadas e uma nova cabeça adquirida na Swiftune Racing.
Os patrocinadores da equipa são os mesmos de 2005, a Aquaquímica (Tratamento de água), a SinASE (Qualidade) e a Telnor (agente Vodafone), sendo também de registar a presença de parceiros como a Colantes (publicidade), revista Topos & Clássicos, Carlos Carneiro Publicidade, VianaLube (agente Valvoline), Jorge Ramalho Reboques e os Pneus Ruicar.

O programa (Clássicos) do Circuito Braga 1 ocupa todo o dia de Domingo, sendo os treinos Livres às 10.15, os treinos cronometrados ás 11.45, a 1ª corrida às 14.55 e 2ª corrida às 17.45.

21 de maio de 2006






Dois Minis e o seu Primo - Photo Test Drive em Braga - Março de 2006

Às 11 horas de Sábado, três carros alinharam na pista de Braga para as fotos de grupo, e logo a seguir foram para a pista fazer imagens de simulação de corrida. Eram 2 Minis – um de Grupo 2 e um de Grupo 5 – E O SEU PRIMO, o Unipower GTs (Chassis #36837) que em 1968 foi de Mané Nogueira Pinto.
Depois das fotos de grupo (da “praxe”), cada um no seu carro, o Paulo Ramalho, o Rui Sanhudo e o autor destas linhas, foram evoluindo na pista de Braga, andando neste dia sem stress, sem competição, apenas pelo puro prazer de guiar um caro de competição em pista – o que os 3 mais gostam!
E desta vez coube-me a mim experimentar os 3 carros e descrever o que senti. Houve até por lá logo quem me chamasse de “o Luca Badoer dos Minis...”.
Comecei por andar no meu fiel Austin Cooper S. O carro havia sido terminado alguns dias antes e estava excelente, depressa notei uma evidente melhoria no seu andamento em relação ao ano passado. Os novos segmentos e os carretos laterais de dentes direitos, fizeram com que o motor tivesse mais compressão e a perda de andamento entre mudanças fosse menor. E a nova cabeça, que deve estar a chegar, vai decerto dar mais rendimento ao carro e vou poder melhorar os tempos do ano passado. A potência poderá passar dos cerca de 115 cavalos actuais para cerca de 120. A travagem está também melhor, depois de ter sido aplicado o sistema duplo de travagem, como mandam os regulamentos de Grupo 2. O responsável pela excelente preparação deste carro é o Sr. Joaquim Cepeda, que tem grande experiência na preparação de minis pois além de praticante (piloto) nos anos 70 em Angola, preparava na época, e dava assistência, a vários minis, como o que Emídio Poiares e Vítor Morgado levaram ao 9º lugar nas 6 Horas de Nova Lisboa em 1974.
Depois de ter dado 5 ou 6 voltas parei e sentei-me no Mini Grupo 5 do Paulo Ramalho. Desde logo notei que é um automóvel muito diferente do meu. A posição de condução é bastante mais baixa e o tablier em carbono com muita instrumentação fez-me desde logo alguma confusão. O Paulo perguntou-me: “já guiaste algum carro com dog box?”. Ainda não! E esse foi o meu principal problema, já que a adaptação a um carro com caixa sem anilha sincronizadora demora o seu tempo, pois é preciso afinar a técnica de ponta-tacão nas reduções. E tinha que ter cuidado, pois a caixa “dog box” da Jack Knight de 5 velocidades que equipa este Mini, custou a módica quantia de 6000 Euros (1200 contos) e não era para estragar! Depois de duas voltas de adaptação, comecei a andar mais à vontade e pude-me então aperceber do real andamento daquele que é um dos Minis mais competitivos de Portugal - tem actualmente cerca de 138 cavalos. A direcção é muito precisa, e a potência disponível em baixas rotações é bastante superior à que tenho no meu Grupo 2. Pode-se dizer que se faz tudo bem com uma mudança acima, já que na parte mais sinuosa onde no meu carro será necessário recorrer a uma 2ª, neste Grupo 5 a força da 3ª resolve bem o problema. Achei também o carro muito equilibrado e com uma boa saída de traseira, não “fugindo” como o meu, com alguma facilidade. Note-se que este é um Mini que vem sendo desenvolvido pelo Paulo Ramalho e a sua equipa a PR Miniracing (www.prminiracing.com) desde 2000, com a ajuda de Narciso Almeida e António Pereira (ex. mecânico de Mário Gonçalves e João Baptista, entre outros), sendo actualmente um automóvel bastante potente e equilibrado.
Foi pois uma agradável experiência guiar este Mini e quando de lá sai só pude dizer: “nunca mais quero o meu Mini. Quero é um igual a este!”.
Quando me sentei no Unipower GTs (www.unipower-gt.com) do Rui Sanhudo voltei a sentir-me num clássico, já que o carro do Paulo Ramalho é um Mini com aspecto interior e soluções bastante modernas e actuais (embora sempre utilizando material genuíno Mini, note-se) que o fazem parecer mais um dos modernos e potentes Mini Miglia do famoso Troféu Inglês do que um verdadeiro Mini clássico.
E a maior surpresa do dia ainda estava para vir!
O Unipower GTs tem uma posição de condução espantosa, já que é muito baixo, guiando-se quase deitado. O manípulo da caixa de velocidades fica do lado esquerdo, entre o banco e a porta (como no Ford GT40), e para complicar mais as coisas, a posição das mudanças é completamente diferente do normal, já que a 1ª tem o habitual lugar da 3ª, a 2ª o da 4ª, a 3ª está no habitual lugar da 1ª e a 4ª no local da 2ª! Como podem ver, eu TIVE nesse dia um PROBLEMA com as caixas de velocidade. Um erro bastava para poder danificar a caixa do carro histórico do Rui Sanhudo. Mas isso não foi nada que não se resolvesse, e depois de duas voltas para adaptação comecei a rolar mais à vontade podendo pois aperceber-me da excelente afinação do motor por parte do Sr. António Pimenta, já que o mesmo me parece muito solto e potente. O carro, foi também uma boa surpresa no seu comportamento dinâmico, pois pareceu-me muito seguro e com uma excelente caixa de direcção, bastante precisa. O centro de gravidade do carro, muito baixo, decerto contribuirá também para o seu excelente comportamento em pista, proporcionando a quem o guia excelentes momentos de condução.
Não tenho dúvidas de que se o Rui Sanhudo perder um pouco do “amor” que tem pelo carro, poderá aproximar-se dos lugares da frente entre os concorrentes à Taça 1300!
Entretanto, alguns pilotos presentes e outros amigos que iam aparecendo, iam experimentando os 2 Minis e o seu Primo: José Manuel Silva, João Rodrigues, António Durães, Sérgio Rola, Joaquim Craveiro, Rui Queirós, Narciso Almeida António Pereira e Rui Ramalho foram alguns que foram vistos a “rolar” no asfalto bracarense. Luís Lopes do site www.velocidade.online.pt também experimentou alguns dos carros presentes.
E, para que conste, a melhor volta do dia ficou na posse de Paulo Ramalho: 1.33.85
E tudo sem stress!