TEAM MINI NA GLASSDRIVE PORTO
O Austin Cooper S do Team Mini esteve exposto na Inauguração da nova loja da Glassdrive - Porto Via Rápida no dia 1 de Maio.
no passado dia 1 e Maio.
Todas as novidades do Team Mini 2018 e também imagens da actualidade desportiva e da história do automobilismo de competição em Portugal.
26 de maio de 2012
12 de maio de 2012
RAMPA HISTÓRICA LUSO-BUSSACO
Um dia bem passado e a preços razoáveis. Uma bela organização do Clube Luso-Clássicos que resultou numa festa para famílias, uma competição para pilotos federados e também uma oportunidade para todos os outros aficionados fazerem o “gosto ao dedo”.
Participaram 50 concorrentes em viaturas que iam desde um original VW carocha de 1956, até os modernos e potentes Mitsubichi EVO IV, BMW M3 ou Porsche 996.
Venceu o Caterham do experiente e rápido Manuel Caetano, sendo o melhor entre os Clássicos Jorge Diniz, que conduziu um Porsche 911 SC e foi 5º da geral.
No meu caso pessoal, diverti-me bastante, nunca tinha praticamente feito uma Rampa e gostei! Estava a melhorar os meus tempos sucessivamente e a minha classificação (ia em 17º no final da 2ª subida), mas infelizmente na 3ª subida e quando ia com muita confiança para subir alguns postos na geral, desliguei a bomba de gasolina e parei em pista, perdendo mais de um minuto e assim todas as hipóteses de melhorar.
Fiquei em 24º e 2º da Classe até 1970 o que não foi nada mau. O meu agradecimento ao Sr. Cepeda pela competente assistência e ao resto do “Team”, Liberto e Joaquim Freixo, Rui Queirós e Joca Craveiro.
Espero que haja mais provas deste género para tirar o meu Cooper S da garagem e eu próprio desenferrujar de vez em quando. Provas digamos “low-cost” no seu preço, mas muito gratificantes no gozo que dão em nelas participar.
Quanto à presença em provas federadas, isso é um luxo a que poucos se podem permitir na atualidade, embora muitos outros não o queiram ver …
Fotos de Rui Queirós, Joaquim Freixo, JMF e imagens publicadas no Facebook
18 de abril de 2012
26 de março de 2012
FRANCISCO SOTTOMAYOR EM MINI - VILA DO CONDE
A HISTÓRIA CONTADA PELO PRÓPRIO "SIR THOMAS"
Por ter sido desafiado pelos amigos, pilotos como Clemente Ribeiro da Silva, Álvaro Parente, Joaquim Moutinho, e outras gentes do meio com quem partilhava horas diárias de interesse pelas corridas de automóveis,”preparei” (entenda-se ferros de protecção, corta corrente e amortecedores) o Mini de minha mãe.
Até aqui tudo parecia normal, mas a diferença é que a dona não teve conhecimento, tudo foi feito á revelia, e da noite para o dia. Quando no fim dos treinos tinha a “pole” destacada, o assunto tornou-se bem mais difícil de esconder.
Era evidente que a única razão que proporcionou tal feito foi o facto de pilotos, concorrentes conceituados, como Joaquim Moutinho, Meireles Costa ou António Ruão, não estarem tão “calhados” com a máquina que então eu “pilotava” todos os dias.
Na segunda volta, e depois de já ter levado um “empurrão” no jardim do segundo classificado, Joaquim Moutinho, falhei o equilíbrio na travagem do fim da recta, Praia Azul, e fiquei virado para trás em cima de um fardo. A inexperiência em prova era maior que o habito de andar no Mini.
Mas a história soube-se e toda a gente comentava, a dona do caro não tardou em saber que o carro em que eu a levava a missa, já tinha andado a frente em Vila do Conde.
Depois de algumas ameaças e outras tantas represálias, fui persuadido a comprar o carro e assumir as responsabilidades.
O ano de 1977 trouxe então como se sabe o verdadeiro Troféu Mini, e, que eu saiba, fiz a pela 1ª vez em Portugal, uma inscrição utilizando o pseudónimo de “Sir Thomas”, que era ao mesmo tempo o patrocinador principal.
Depois de várias vicissitudes e trocas de carro, até um Mini 1000 eu tive com motor de 1100, e de origem (revolucionários anos estes de 1975), voltei a adquirir o mesmo carro com que tinha feito Vila do Conde 76.
Estas fotos que envio são o resultado de não ter querido parar aquando o ”brilharete” do ano anterior.
Na quarta volta, em quarto lugar, na mesma fatídica curva de sempre, alguém a minha frente tira os fardos do sítio. No limite da curva e/ou do carro, a pista não chega e as cambalhotas começam.
O Mini foi para a sucata, e as minhas corridas para a prateleira durante muitos anos.
Melhores cumprimentos,
Francisco Sottomayor
A HISTÓRIA CONTADA PELO PRÓPRIO "SIR THOMAS"
Por ter sido desafiado pelos amigos, pilotos como Clemente Ribeiro da Silva, Álvaro Parente, Joaquim Moutinho, e outras gentes do meio com quem partilhava horas diárias de interesse pelas corridas de automóveis,”preparei” (entenda-se ferros de protecção, corta corrente e amortecedores) o Mini de minha mãe.
Até aqui tudo parecia normal, mas a diferença é que a dona não teve conhecimento, tudo foi feito á revelia, e da noite para o dia. Quando no fim dos treinos tinha a “pole” destacada, o assunto tornou-se bem mais difícil de esconder.
Era evidente que a única razão que proporcionou tal feito foi o facto de pilotos, concorrentes conceituados, como Joaquim Moutinho, Meireles Costa ou António Ruão, não estarem tão “calhados” com a máquina que então eu “pilotava” todos os dias.
Na segunda volta, e depois de já ter levado um “empurrão” no jardim do segundo classificado, Joaquim Moutinho, falhei o equilíbrio na travagem do fim da recta, Praia Azul, e fiquei virado para trás em cima de um fardo. A inexperiência em prova era maior que o habito de andar no Mini.
Mas a história soube-se e toda a gente comentava, a dona do caro não tardou em saber que o carro em que eu a levava a missa, já tinha andado a frente em Vila do Conde.
Depois de algumas ameaças e outras tantas represálias, fui persuadido a comprar o carro e assumir as responsabilidades.
O ano de 1977 trouxe então como se sabe o verdadeiro Troféu Mini, e, que eu saiba, fiz a pela 1ª vez em Portugal, uma inscrição utilizando o pseudónimo de “Sir Thomas”, que era ao mesmo tempo o patrocinador principal.
Depois de várias vicissitudes e trocas de carro, até um Mini 1000 eu tive com motor de 1100, e de origem (revolucionários anos estes de 1975), voltei a adquirir o mesmo carro com que tinha feito Vila do Conde 76.
Estas fotos que envio são o resultado de não ter querido parar aquando o ”brilharete” do ano anterior.
Na quarta volta, em quarto lugar, na mesma fatídica curva de sempre, alguém a minha frente tira os fardos do sítio. No limite da curva e/ou do carro, a pista não chega e as cambalhotas começam.
O Mini foi para a sucata, e as minhas corridas para a prateleira durante muitos anos.
Melhores cumprimentos,
Francisco Sottomayor
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