26 de maio de 2012

TEAM MINI NA GLASSDRIVE PORTO


O Austin Cooper S do Team Mini esteve exposto na Inauguração da nova loja da Glassdrive - Porto Via Rápida no dia 1 de Maio.





no passado dia 1 e Maio.

12 de maio de 2012

RAMPA HISTÓRICA LUSO-BUSSACO
Um dia bem passado e a preços razoáveis. Uma bela organização do Clube Luso-Clássicos que resultou numa festa para famílias, uma competição para pilotos federados e também uma oportunidade para todos os outros aficionados fazerem o “gosto ao dedo”. Participaram 50 concorrentes em viaturas que iam desde um original VW carocha de 1956, até os modernos e potentes Mitsubichi EVO IV, BMW M3 ou Porsche 996.
Venceu o Caterham do experiente e rápido Manuel Caetano, sendo o melhor entre os Clássicos Jorge Diniz, que conduziu um Porsche 911 SC e foi 5º da geral. No meu caso pessoal, diverti-me bastante, nunca tinha praticamente feito uma Rampa e gostei! Estava a melhorar os meus tempos sucessivamente e a minha classificação (ia em 17º no final da 2ª subida), mas infelizmente na 3ª subida e quando ia com muita confiança para subir alguns postos na geral, desliguei a bomba de gasolina e parei em pista, perdendo mais de um minuto e assim todas as hipóteses de melhorar. Fiquei em 24º e 2º da Classe até 1970 o que não foi nada mau. O meu agradecimento ao Sr. Cepeda pela competente assistência e ao resto do “Team”, Liberto e Joaquim Freixo, Rui Queirós e Joca Craveiro.
Espero que haja mais provas deste género para tirar o meu Cooper S da garagem e eu próprio desenferrujar de vez em quando. Provas digamos “low-cost” no seu preço, mas muito gratificantes no gozo que dão em nelas participar. Quanto à presença em provas federadas, isso é um luxo a que poucos se podem permitir na atualidade, embora muitos outros não o queiram ver … Fotos de Rui Queirós, Joaquim Freixo, JMF e imagens publicadas no Facebook

18 de abril de 2012

RECORDAR JOCHEN RINDT

Através de algumas belas imagens que tinha guardadas, recordamos desta forma Jochen Rindt o único Campeão Mundial a título póstomo, depois de morrer nos treinos do GP de Itália (Monza), em 1970.









12 de abril de 2012

ALGUMAS IMAGENS DA OFICINA DO SR. CEPEDA

Tiradas ao longo dos anos com o telemóvel...
















26 de março de 2012

FRANCISCO SOTTOMAYOR EM MINI - VILA DO CONDE
A HISTÓRIA CONTADA PELO PRÓPRIO "SIR THOMAS"

Por ter sido desafiado pelos amigos, pilotos como Clemente Ribeiro da Silva, Álvaro Parente, Joaquim Moutinho, e outras gentes do meio com quem partilhava horas diárias de interesse pelas corridas de automóveis,”preparei” (entenda-se ferros de protecção, corta corrente e amortecedores) o Mini de minha mãe.
Até aqui tudo parecia normal, mas a diferença é que a dona não teve conhecimento, tudo foi feito á revelia, e da noite para o dia. Quando no fim dos treinos tinha a “pole” destacada, o assunto tornou-se bem mais difícil de esconder.


Era evidente que a única razão que proporcionou tal feito foi o facto de pilotos, concorrentes conceituados, como Joaquim Moutinho, Meireles Costa ou António Ruão, não estarem tão “calhados” com a máquina que então eu “pilotava” todos os dias.
Na segunda volta, e depois de já ter levado um “empurrão” no jardim do segundo classificado, Joaquim Moutinho, falhei o equilíbrio na travagem do fim da recta, Praia Azul, e fiquei virado para trás em cima de um fardo. A inexperiência em prova era maior que o habito de andar no Mini.



Mas a história soube-se e toda a gente comentava, a dona do caro não tardou em saber que o carro em que eu a levava a missa, já tinha andado a frente em Vila do Conde.
Depois de algumas ameaças e outras tantas represálias, fui persuadido a comprar o carro e assumir as responsabilidades.


O ano de 1977 trouxe então como se sabe o verdadeiro Troféu Mini, e, que eu saiba, fiz a pela 1ª vez em Portugal, uma inscrição utilizando o pseudónimo de “Sir Thomas”, que era ao mesmo tempo o patrocinador principal.
Depois de várias vicissitudes e trocas de carro, até um Mini 1000 eu tive com motor de 1100, e de origem (revolucionários anos estes de 1975), voltei a adquirir o mesmo carro com que tinha feito Vila do Conde 76.
Estas fotos que envio são o resultado de não ter querido parar aquando o ”brilharete” do ano anterior.


Na quarta volta, em quarto lugar, na mesma fatídica curva de sempre, alguém a minha frente tira os fardos do sítio. No limite da curva e/ou do carro, a pista não chega e as cambalhotas começam.





O Mini foi para a sucata, e as minhas corridas para a prateleira durante muitos anos.

Melhores cumprimentos,
Francisco Sottomayor