1 de janeiro de 2020



CIRCUITO DE VILA REAL … E PLANOS PARA 2019

Depois de uma revisão ao motor e algumas alterações no carro no sentido de o tornar mais competitivo e fiável, estivemos no Circuito de Vila Real a participar na “Auto Parade”, a convite da APCIVR.
Foi um fim-de-semana bem passado entre amigos, dentro e fora da pista, em que, dada a ausência de stress competitivo e de horários apertados, pudemos aproveitar verdadeiramente o espírito das “Corridas de Vila Real” e a festa que representam. 





Obrigado à APCIVR e ao CAVR, especialmente ao Francisco Vieira e Brito e ao Pedro Matos, pela enorme simpatia com que nos receberam e sobretudo pela competência com que organizam este magnífico evento, sem dúvida um dos maiores do ano no nosso país, juntamente com o Rally de Portugal.


O Desfile, juntou em pista vários automóveis com história em Vila Real, nomeadamente dois Ford A idênticos ao de Gaspar Sameiro, o vencedor em 1931, o Riley que António Camilo Fernandes conduziu em 1949, o Olympic V, vencedor em 1968 com Mané Nogueira Pinto, o Opel Commodore GS/E que Rufino Fontes conduziu (foi segundo classificado) em 1979, o Citroen AX GTI com as cores da Filinto Mota, que Mário Silva conduziu nas provas do Troféu de 91 e 92, ou o Porsche Carrera 6 com a decoração do carro de Américo Nunes em 1972, agora conduzido pelo seu filho, Jorge Nunes. Sem esquecer Alberto Freitas, que conduziu o mesmo Morris 1275 GT de 1980 e 1981, e Fernando Carneiro o terceiro classificado na prova principal de 1979, e que agora tripulava um Mini Cooper S com uma cabeça de “8 Janelas”.






Mas a nossa presença em Vila Real era também uma excelente oportunidade para experimentar o carro em pista, treinar a sua condução (já não andávamos nele desde Setembro) e testar as várias alterações realizadas. Nas três mangas realizadas (cerca de uma hora em pista), apesar de rodarmos com algum cuidado dada a disparidade de viaturas em pista, andamos “picados” com vários amigos, tendo o Austin Cooper S dado boas indicações a nível de competitividade, fiabilidade e conforto na utilização, estando por isso pronto para a presença na prova de Braga a contar para o Nacional de Clássicos 1300 (dia 22 de setembro). Se essa prova correr bem, encaramos com optimismo uma presença numa prova posterior, em Outubro ou Novembro, numa das jornadas a realizar no Estoril ou no Algarve.



É altura também de agradecer ao Luís Miguel Martelo toda a ajuda na preparação do carro e a assistência em Vila Real e também ao Sr. Cepeda, que como se sabe teve uma situação de doença, mas está a recuperar francamente e certamente estará em Braga para dar o seu apoio ao Austin Cooper S.


Por fim, temos que agradecer aos patrocinadores e parceiros da equipa, pois sem a sua ajuda não seria possível participar em provas de automobilismo: Clube Minho Clássico, Clínica de Otorrino – Monteiro Marques, Media Rota - consultores de Seguros e Risco, LTA – Laboratório de Tecnologia Automóvel, Clínica Beco com Saída – recuperação de dependências, Escola de Condução Santa Luzia, RetroClássicos, Encontro de Margens - transportes internacionais, Revista Topos & Clássicos, Palimpsesto Editora, GSL – Restauro de Clássicos, All 4 Mini - peças para Mini, e Ruic`s Design.




Vamos por isso montar uma grande festa na pista de Braga Setembro, e esperamos pela vossa visita, pois sem a presença dos amigos … as corridas não prestam.
Um abraço para todos!




21 de outubro de 2018



AO VOLANTE – BRAGA RACING WEEKEND

Depois de um ano de ausência resolvemos voltar às pistas no Braga Racing Weekend.
Desde 2014 que em quase todas as provas havia percalços mecânicos, por vezes eram pequenos problemas que nos impediam de terminar as provas, outras alturas eram mesmo avarias graves que provocavam o desânimo em todos e despesas sucessivas.


Assim, resolvemos este ano investir um pouco na reparação da mecânica do carro, tendo o trabalho de torneiro e montagem sido realizado na Retimotors do Eng. Roque Sá. Aproveitamos muito material já existente (bloco, pistões, bielas, árvore de cames, etc.), e foi montado um novo motor, tendo no final sido realizado um teste no banco de potência, que revelou possuirmos um motor de 1293 cc com uma boa potência e com uma gama de utilização bastante favorável.

Com esta prova do nacional de clássicos a ser deslocada do Estoril para Braga devido às obras de asfaltagem do Estoril, achamos que era uma boa oportunidade para testar o carro e assim preparar 2019 com maior confiança.
Tudo correu bem no sábado de manhã, os treinos livres e cronometrados, e para a prova de sábado de tarde o nosso principal objetivo era terminar, se possível com uma boa classificação na classe Históricos 75 do campeonato 1300.



Na primeira corrida adotamos um ritmo razoável e regular, nunca perdemos de vista os nossos adversários em H75, e quando tudo parecia decidido, uma avaria do Midget do José Fafiães largou óleo na pista obrigando à entrada do safety –car e à interrupção da prova quando faltavam ainda mais de nove minutos para terminar.
Foi dada nova partida e aí achei que tinha ainda hipóteses de ultrapassar o Datsun 120 Y do meu amigo Fernando Charais e assim passar para o terceiro lugar da categoria. Aproveitando alguns problemas de pneus do meu adversário assim o fiz, terminando a prova na 16ª posição e terceiro entre os H75.




No dia seguinte partia de um lugar mais agradável da grelha e o nosso objetivo era o de repetir o lugar obtido no sábado. Dada a partida cometi um erro no final da recta da meta, tendo sido passado por alguns adversários, mas mantive um andamento regular e ia conseguindo suster os ataques do Fernando Charais. Quando faltavam menos de oito minutos para terminar a prova, o Mini de Fernando Carneiro ficou avariado num local achado perigoso, e por isso entrou em pista o safety-car, por azar, ficando logo à frente do “Carocha” do José Castro, que estava com problemas mecânicos e ia por mim ser dobrado. Deram-nos ordens para ultrapassar o safety-car e rodamos duas ou três voltas assim, em fila indiana, devagar sem eu poder ultrapassar o VW que pouco andava e tinha muito fumo no seu interior, mas estando sempre atento à eventual passagem a bandeiras verdes.




A dada altura, ao entrar na reta da meta, vejo que já não há bandeiras amarelas e uma bandeira verde a ser agitada. Acelero para não ficar preso atrás do VW, pois não queria que o meu adversário Charais embalasse e aproveitasse para me tirar o último lugar do pódio. No entanto a prova terminou logo ali e as posições ficaram definidas da forma como rolávamos atrás do safety-car. Terminei desta vez no 13º lugar da geral.



Foi por isso um fim-de-semana ótimo, em que fui duas vezes ao pódio, em que estive rodeado de amigos e em que tive muitas visitas ao paddock. Mas foi bom sobretudo o comportamento do carro, que terminou as provas em estado impecável e está já guardado para 2019, embora vá ainda ser exposto na Exponor.




Não queria terminar sem agradecer aos parceiros que permitiram esta minha participação, pois sem a ajuda que me deram para minimizar as despesas, teria sido impossível alinhar:
Clube Minho Clássico (Viana do Castelo), St. James International Real Estate (imobiliária), Clínica Beco Com Saída (tratamento de dependências), Media Rota (Seguros e Risco), LTA (Laboratório de Tecnologia Automóvel), Escola de Condução Santa Luzia (Viana do Castelo), Beanor.pt (acessórios auto), Encontro de Margens (transportes urgentes), revista Topos & Clássicos, All 4 Mini (peças para Minis), Ruic´s Design e RetroClássicos (óleos para clássicos) e Palimpsesto Editora.
Por fim e não menos importante, gostava de agradecer à equipa de assistência, começando pelo Sr. Cepeda, responsável pela preparação do carro, que me acompanha em provas desde 2005 e desta vez, finalmente, pôde respirar um pouco num fim-de-semana de provas, e também o Luís Miguel Martelo, que, desde que nos começou a ajudar na preparação do carro e na assistência às provas foi sempre incansável, ajudando desde a parte mecânica até à logística, e que foi sem dúvida uma peça-chave no nosso sucesso. Sem esquecer o Pedro Silva (também conhecido como o Cigano de Cinfães…) que no Domingo apareceu em Braga e logo arregaçou as mangas para ajudar a resolver um problema que surgiu.



Para 2019, há que melhorar pequenos pontos no carro, investir em pneus novos e arranjar apoios para fazer algo que nunca se tenha feito. O CPV 1300 está a viver maus momentos, toda a gente o vê, toda a gente se queixa, mas parece que não há ninguém que o queira resolver, nem a própria FPAK, por isso há que pensar bem que quais provas fazer… mas, havendo saúde e algum dinheiro, será seguramente algo … e diferente.


Cumprimentos para todos!
JMF

13 de janeiro de 2018


CATÁLOGO DO  LEILÃO DA COYS 

DEZEMBRO DE 1994


Se conseguíssemos hoje comprar carros a esses preços ... senão vejamos os preços previstos de venda:

TVR Tuscan (1970), 3.000 - 4.000 Libras


Alfa Romeo Giulietta Spyder (1958), 5.000 - 7.000 Libras


Ferrari 246 GT Dino (1971), 35.000 - 38.000 Libras


BMW M1 (1980), 42.000 - 48.000 Libras


Porsche 911 S (1969), 6.000 - 8.000 Libras


Mercedes 190 SL (1963), 8.000 - 10.000 Libras


Lancia Stratos (1975), 34.000 - 40.000 Libras


Porsche 935 (1989), 28.000 - 35.000  Libras


Alfa Romeo GTAm (1971), 22.000 - 26.000 Libras


Jaguar MKII (1966), 10.000 - 14.000 Libras


Mercedes - Benz 280 SE 3.5 (1971), 3.000 - 5.000 Libras

10 de dezembro de 2017


VOLKSWAGEN POLO G40  -  #XS-86-23


Da compra à venda (2015 - 2017), passando pelo restauro ...